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Engenharia na linha de frente no combate ao coronavírus


Postada em 24/04/2020 às 10:23
Por Caroline Garcia


Quando se fala em linha de frente no combate ao novo coronavírus, os profissionais de saúde são os mais lembrados. E com razão. Afinal, são eles os responsáveis por tratar diariamente um número de pacientes que só aumenta. No entanto, ao lado de médicos e enfermeiros, os engenheiros também integram esse batalhão pela vida direta ou indiretamente.


Para implantação de um complexo hospitalar, por exemplo, é necessário o trabalho e a expertise das engenharias civil, elétrica, mecânica, de alimentos e ambiental.


Já na parte mais “mão na massa”, engenheiros estão se reinventando para adaptar, criar e aumentar a produção de respiradores e equipamentos de proteção individual, que são indispensáveis para o dia a dia dos profissionais da saúde.


Quando falamos em cura do Covid-19 lá está a engenharia novamente. Isso porque o desenvolvimento de possíveis vacinas depende da engenharia genética. De acordo com especialistas, ao contrário do que se pode pensar, o coronavírus não vai desaparecer após o pico. Muito pelo contrário, o vírus permanecerá circulando até que haja um controle definitivo para a eliminação de sua disseminação, e ai está a importância de estudos e testes de novas vacinas.


Por mais que esteja havendo força-tarefa de profissionais de diversas áreas, entre elas, claro, a engenharia, o caminho para a descoberta do “antídoto” é longo. Fala-se em anos. Até lá, por enquanto, a única maneira de evitar a contaminação segue sendo o distanciamento social e bons hábitos de higiene. Lembrando de valorizar, sempre que possível, aqueles que estão à frente dessa batalha.