Qualidade de materiais interferem no desempenho da construção?


Postada em 17/05/2018 às 14:40


Qualidade de materiais interferem no desempenho da construção?

 Materiais em compatibilidade com as normas técnicas são essenciais para agregar atributos à edificação. Características detalhada também são indispensáveis.

 

 

 Ao investigar disfunções em obras, é possível compreender que as causas decorrem na maioria, de falhas na edificação e de projeto. Logo atrás vem a má execução, seguida de materiais de baixa qualidade, como consequência interfere diretamente na conformidade da obra.
 Se o produto não tem qualidade, não vai adiantar de nada a obra conter um profissional experiente na aplicação do produto, porque não será possível manter um sistema equivalente ao esperado, já que não será bem executada.

 Um bom exemplo seria, mesmo que os materiais sejam importantes em outras ocasiões, eles intervêm  diretamente nas outras fases da obra. Já que os mesmos chegariam na obra com problemas de dimensões ou de acabamento, fazendo com que nunca estejam em conformidade.
 Claro que o comprador por sua vez, também tem uma parcela de responsabilidade que se encontra em sua autonomia. Isto faz com que o profissional seja mais do que cobrado apenas  pelo menor preço, se faz necessário proporcionar muito apoio e política de suprimentos da empresa.

 A efetuação própria de ensaios ou exigência  de laudos dos materiais aos fabricantes faz parte da política  de suprimentos da construtora. Tudo tem início, na pré-qualificação dos fornecedores, essencialmente em relação aos produtos mais analíticos.
 É significativo estabelecer critérios mínimos de especificação. O baixo grau de descrição da especificação, é um dos problemas mais comuns em obras. Como resultado, o setor de compras acaba por adquirir o material incorreto.

 Contendo as informações necessárias, é viável produzir o cadastro dos fornecedores pré-qualificados, que abrangem à qualidade estabelecida. Além disso, é factível criar graus de aquisição de acordo com a rigidez de cada atividade, enquadrando os fornecedores nessa categorização. O que também possibilita, margens de negociação.
 Há outras vias que favorecem as condições de negociação, como por exemplo o histórico do fornecedor, o que precisa ter uma atenção maior. Estar ciente  entre seus pares de mercado para se informar sobre a opinião corrente a respeito de fornecedores definidos, é um trabalho cabível para a área de suprimentos.

 

Laudos

 Recomenda-se algumas vias para a aquisição de produtos de qualidade comprovada. Destaca-se que o Brasil está bem evoluído no quesito da normalização de materiais. Quase a maioria dos usados na engenharia civil tem normas técnicas minuciosas, entretanto nem sempre inovada.
 Na criação dos documento normativos, os diversos segmentos que se envolvem nos grupos de estudo, desde fabricantes até a academia, têm como objetivo estabelecer os requisitos viáveis, suscetível de ser alcançado e com custo-benefício cativante.

 As normas brasileiras, de modo geral, classifica evidentemente qual a qualidade requerida pelo material. Até porquê, constituem os fatores de averiguação que devem ser utilizados nas construções para o recebimento do material, realização das averiguações e dos ensaios de qualidade.
 Havendo referências como normas técnicas, é fácil para a construtora executar a administração da qualidade dos materiais. Apenas definindo a avaliação de seu procedimento e, a partir deste ponto, estabelecer as demonstrações e tolerâncias para aceitação ou rejeição dos materiais. É preferível que o comprador opte por materiais que já passaram por ensaio e recebido o laudo de conformidade. Uma parcela dos fornecedores realiza seu próprio controle de qualidade, por meio  de ensaios, para ter ciência do procedimento produtivo.

 

Ensaios próprios

 Devido a grande variedade dos materiais, é significativo que a construtora defina diretrizes para o controle interno da qualidade, realizando seus próprios ensaios.
 Um outro exemplo seria, tijolo cerâmico, processo produtivo simples, porém com pouca cautela na sua produção. Espontaneamente, acaba por ter baixo custo de aquisição, claro que se for comparado com outros materiais, como o cimento. Justamente pelo baixo custo, o comprador não se atenta a qualidade do tijolo, se está quebrando ou se desintegrando. A maior parte  não realiza ensaios de controle ou qualidade, muita das vezes não passam nem pela revisão de recebimento.

 As análises promove identificar problemas como trincas e quebras. Não requer investimento, mais possui papel importante. Claro, especificações como resistência mecânica não são inspecionadas apenas pela revisão visual.
 Mesmo com os custos mais em alta dos materiais de revestimento de fachadas ou das esquadrias, ainda assim não é realizado ensaios. Consiste apenas em revisão visual e, raramente, efetuam testes de aderência das cerâmicas ou de estanqueidade das esquadrias.
 Fabricantes e construtoras se mobilizaram em torno da conformidade dos sistemas regulados, desde que entrou em vigor em julho de 2013, a ABNT NBR 15.575 – Norma de Desempenho das Edificações Habitacionais. Expandiu-se a responsabilidade das construtoras que, em conjunto com fornecedores, passam a ter prevenção adicional de demonstrar que o material produzido atende às normas específicas.

 

Competência

 O setor de compras e suprimentos das construtoras conta com o afirmação de materiais conformes quando adquirem  qualificados pelo PBQP-H  -programa do Ministério das Cidades. Nessas ocasiões, é unanimidade entre as construtoras a promoção de ensaios apenas para itens estruturais, mais pela preocupação com segurança.

 Mais uma viabilidade disposta aos compradores é optar entre os produtos certificados pelo Inmetro ou por organismos experientes e autorizados como a ABNT e ABCP – assegura que determinado material foi testado e supervisionado ao longo de seu processo.
 As duas concepções tem processos parecidos: com regularidade que varia entre três e quatro meses, amostras são obtidas nas fábricas e outras apanhadas aleatoriamente no mercado. São ensaiados em laboratório da rede credenciada do Inmetro e, decorrendo dos testes, recebem o selo da entidade impresso nas embalagens dos materiais.

 

 

 

Referência: www.aecweb.com.br